Hellaf Elenlindäle

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Hellaf Elenlindäle

Mensagem por Maff ~ em Qui Fev 17, 2011 4:49 pm


Nome: Hellaf Elenlindäle

Classe: Espiritualista

Profissão: Florista

Idade: 247 anos, mas aparenta ter vinte.

Altura: 1,52m

Peso: 51,0kg

Raça: Elfa

Tipo sanguíneo: B

Elemento: Terra.

Mana: Um verde muito claro, que lembra o orvalho da manhã.

Cor de pele: Antigamente era muito pálida. Agora, com a constante exposição ao sol, sua pele começou a adquirir um bronzeado leve, quase imperceptível.

Olhos: Lilás, imitando a cor das ametistas.

Cabelos: Naturalmente brancos, caindo numa cascata prateada até sua cintura. Costuma prendê-los nas pontas.

Voz: Tem um tom melodioso, doce.

Cheiro: Grama e flores.

Traços característicos: Sua característica mais marcante são os olhos de cor anormal e sua estatura baixa, o que lhe confere uma aparência infantil e frágil e o constante uso da frase “Eu não sou uma criança!”. Seus traços faciais são finos e delicados, mantendo-se sempre imparciais ou relaxados, quase nunca denotando surpresa, revolta, tristeza ou alegria.

Mão dominante: Ambidestra.

Local de Nascimento: Arredores de Geffenia. (Sete de julho; Câncer.)

Hobby: É apegada demais ao estudo, principalmente de seres espirituais, flores e ervas. Também gosta muito de cantar.

Comida predileta: Carne de condor, ligeiramente apimentada.

Bebida predileta: Chá de ervas vermelhas com geléia real.

Biografia


Nascera cinqüenta anos após o massacre de Glast Heim. É filha da Lua, tem câncer como patrono e Julho como o mês que lhe adotara. Seus pais faziam parte da aldeia de Numenöre – literalmente, Terras do Oeste -, nos arredores de Geffenia, e seu nome foi dado em função do astro-mãe e da chuva torrencial que castigava aquelas terras. Hellaf, a Lua que Chora.

Todas as quatro aldeias de elfos - Numenöre, Formen (Norte), Hyarmenöre (Sul) e Rómen (Leste) – foram devastadas com a guerra de Elfos x Demônios, sendo este um dos poucos grupos que conseguira escapar da catástrofe. A aldeia, que antes exibia seus quase quinhentos habitantes, resumira-se apenas à treze: Carmacil, o ancião e líder de quase setecentos anos de idade; Nove elfos “adultos” e três recém nascidos, incluindo Hellaf. Elfos são praticamente independentes desde seu nascimento, não herdando sobrenomes ou laços afetivos com a própria família. Por isso, o sobrenome Elenlindäle – Canção das Estrelas – fora dado por Carmacil quando a elfa completara seu primeiro século de existência, este alegando que a jovem possuía uma cantoria tão doce ao ponto de envolver até mesmo as mais distantes estrelas.

Hellaf sempre fora atraída por conhecimento. Dos poucos livros e registros que restaram de sua aldeia, todos passaram por seus olhos ávidos e foram imaculados em suas memórias. Era fascinada pela suposta “vida após a morte”, diferenciando-se dos outros dois elfos jovens por não ter se interessado ou por arco-e-flecha, ou por magia. Gostava de mergulhar nos mistérios da outra vida, como se aquilo fizesse parte de si própria. Também adorava cultivar flores e ervas com sua mãe, informando-se sempre sobre uma nova espécie de planta e fazendo o possível para vê-la crescer saudável. Hellaf diz que as flores são o que há de mais puro no mundo, sempre delicadas e exuberantes, exalando no perfume as palavras dóceis da mãe-natureza.

Cinquenta anos depois, a elfa colhia os louros de seu trabalho. Apesar de não ter se tornado uma sábia, acabara por conhecer quase todo o mundo sem ao menos tê-lo visitado. Os idiomas não lhe eram mais problema, assim como as diversas culturas e o perfil daqueles que se chamavam humanos. Desenvolvera suas técnicas de jardinagem e herbalismo como ninguém; interessara-se tanto pelo mundo espiritual ao ponto de conseguir estabelecer contatos muito rápidos com ele, aproximadamente alguns segundos. Descobrira a existência dos Espiritualistas, seres que seguiam a regência dos astros e que se comunicavam com seres de outro plano, e tomou a decisão de tornar-se uma em breve. Carmacil, vendo a elfa diferenciar-se dos outros dois – um optara por tornar-se um Bruxo; o outro, um Caçador – decidira presentear as crianças com artefatos mágicos. Ao Bruxo, fora dado um bastão arcano que pertencera a um poderosíssimo elfo. Ao Caçador, luvas feitas com pele de Leopardo, levíssimas e eficientes. Hellaf, por sua vez, ganhara um pequenino anel prateado, com quase dois mil anos de existência, que pertencera à um dos elfos mais antigos já existentes.

Aquilo a empertigara. Se Carmacil era possuidor de artefatos tão poderosos, com certeza haveria livros e pergaminhos com informações das quais ela ainda não havia tido a permissão para ler. Não conseguindo controlar seu instinto investigativo, Hellaf conseguiu se infiltrar nos antigos arquivos élficos, descobrindo pergaminhos de feitiços que apenas Numenöre e Hyarmenöre guardavam. Ela não estava destruindo nada ou ferindo qualquer forma de vida que fosse, portanto, permitiu-se aprofundar mais e mais naquele mundo, sempre de dia, quando Carmacil subia ao mundo humano.

E, enfim, ela a encontrou.

Há quem diga que o pergaminho encontrou Hellaf; há quem diga que Hellaf estava predestinada à tê-lo. Estava no fundo de um baú velho, empoeirado por si só, e os poderes mágicos lhe eram transmitidos apenas pelo toque contra o papiro desgastado. “Isyliarmën, a canção proibida” dizia. Uma magia ancestral. Proibida para qualquer elfo que fosse. Durante anos à fio, nenhum elfo havia percebido o que se passava bem debaixo de suas orelhas pontiagudas. Demorou quarenta anos para que Hellaf conseguisse aprender os princípios da Isyliarmën e pudesse testá-la de forma prática, mas a oportunidade nunca viria. Carmacil a descobrira.

Hellaf foi julgada como traidora e herege. Fora expulsa da Numenöre e adquiriu pena de morte por parte de todos os elfos de sua colônia e das colônias vizinhas, que também tomaram conhecimento da ameaça da elfa que conhecia a habilidade Isyliarmën. Hellaf fugiu, levando consigo o pergaminho do feitiço e escondendo-o em algum ponto do mundo dos humanos.

Hoje, vaga por Midgard, sendo vista principalmente nos arredores de Prontera e no topo do Monte Mjolnir, lugar que deveras a atrai. Utiliza sempre de equipamentos que escondam sua real aparência, por medo de ser encontrada por elfos de Numenöre e ser capturada para sua execução. Graduara-se como Espiritualista e tira o sustento de suas flores, mesmo preferindo morar em florestas ao invés de casas por não conseguir passar muito tempo nas cidades.



Dados gerais:


Personalidade:
Apesar da aparência frágil e convidativa, não se deixem enganar: Hellaf não é exatamente o tipo de pessoa mais propícia para manter uma conversa. Dotada de uma personalidade seca e pouco descontraída, a elfa só costuma falar quando é requisitada e é muito rígida consigo mesma e com os outros à sua volta, mantendo os olhos sempre focados em algo que parece estar além da compreensão humana. É muito desconfiada, centrada e cautelosa, preferindo manter-se à distância e analisar todas as possibilidades para, enfim, agir. Não é má, no entanto; mesmo não demonstrando, a elfa nutre certa preocupação com os seres à sua volta, sejam eles humanos, monstros ou vegetais. Não possui vínculos ou laços com ninguém em Midgard ou em qualquer outra parte do mundo, tendo família e conhecidos apenas em Geffenia, de onde fora expulsa. Costuma ser ríspida com aqueles que não conhece, sempre mantendo-se na defensiva e analisando todos os detalhes do desconhecido. É difícil fazê-la se apegar à alguém.

É uma amante incurável da natureza, podendo ficar horas e horas admirando uma paisagem ou contemplando uma forma de vida que nunca fora vista pela mesma. Seu local preferido em todo o mundo é o Monte Mjolnir, pois é fascinada pela altura e vivacidade das flores e dos monstros que por ali residem, sem falar no ar puro e na harmonia que aquele local lhe transmite. Hellaf também é muito religiosa, podendo, por vezes, manter contato com alguns espíritos (dons que lhe foram concedidos ao graduar-se como Espiritualista).



Aparência:
Possui o corpo muito pequeno, magro e frágil, traços que são reforçados pelo tom branco de sua pele e de seu cabelo. A elfa é muito bonita, sendo lembrada por sua aparência nos lugares por onde passa; contudo, carrega no rosto uma expressão séria, inflexível. Ela não costuma ligar muito para seu visual, afirmando que não há muito sentido em fazê-lo. Usufrui de movimentos leves e graciosos, como se houvessem sido minimamente ensaiados e cronometrados. Sua baixa estatura a auxilia a ter uma boa esquiva e agilidade, apesar de não suportar a idéia de ser sempre confundida com uma criança.


Vestimenta e equipamentos:
Quando não está com o uniforme usual dos Espiritualistas, procura trajar-se de vestimentas leves e bem arejadas, usualmente sendo vista com vestidos de cores claras e harmônicas, geralmente de seda ou algodão.

Seus equipamentos típicos são um Chapéu Charmoso e um Óculos Escuros ou uma Venda. Por mais que odeie estes equipamentos, resolveu adotá-los para esconder sua aparência, temendo que outros elfos lhe identificassem e viessem à sua procura. Entretanto, quando está fora das cidades, não é difícil ver Hellaf utilizando algum ornamento florido – feito por ela mesma – nos pulsos, calcanhares, pescoço ou tornozelos. Utiliza três argolas prateadas em cada uma das orelhas pontiagudas, e um anel da mesma cor no dedo mindinho da mão esquerda. Sem o chapéu ou os óculos para se ocultar, a Elfa é vista portando uma diadema de flores.


Possessões Valiosas:
O anel prateado que utiliza no dedo mindinho, artefato que fora herdado de Carmacil. Diz-se que o pequeno artefato amplifica seus poderes e facilita na conexão com o mundo espiritual, mesmo que Hellaf não acredite nisto.


Bichos de estimação:
Por enquanto, não tem bichos de estimação.


Peculiaridades:
Adora cantar, principalmente quando está cultivando suas flores. Acha que, com isso, as plantas irão se sentir acolhidas e irão florescer com mais vivacidade e perfume. Por ter uma voz agradável, a elfa consegue envolver qualquer pessoa com seu timbre harmônico e pacífico. Quando está nervosa ou impaciente, Hellaf morde o interior de suas bochechas e estala a língua. A elfa também costuma erguer sua sobrancelha direita quando está desacreditada em algo.

Frases mais utilizadas:
Ayia.” (“Seja abençoado.”); “Eu não sou uma criança!


Amigos/Parentes relevantes: -

Inimigos relevantes:
Carmacil – Elfo ancião de Numenöre, a aldeia de onde Hellaf roubou o pergaminho da Isyliarmën.
Elfos de Numenöre – Por ter sido julgada como traidora e tido sua sentença de morte decretada, os elfos de sua antiga aldeia lhe procuram para aprisioná-la e cumprir com sua pena.


Informações Pertinentes:

Atributos:


Força: Muito Baixa. Elfos não costumam ter muita força física, pois são mais frágeis.
Agilidade: Média. Sua baixa estatura lhe auxilia neste quesito.
Vitalidade: Baixa. O mesmo de força.
Inteligência: Muito alta. Passara anos à fio estudando e se dedicando ao conhecimento.
Destreza: Alta. Também auxiliada por sua baixa estatura.
Sorte: Baixa. Se considera uma azarada de plantão; diz que, caso não fosse, não seria pega por Carmacil.
-----------------------------
Carisma: Alto. Apesar de ter roubado o pergaminho da Isyliarmën, fez apenas por não ter opção e precisar fugir para a terra dos humanos.
Manipulação: Médio. Por vezes, consegue o que quer.
Aparência: Muito alta. Elfos costumam ter uma beleza descomunal.
Percepção: Média.
Sabedoria: Média. Apesar de ser inteligente, não é sábia.
Raciocínio: Alto.


-----------------------------

Perícias:
Primeiros Socorros.
Capacidade de sobrevivência em diversos lugares.
Aparentemente inofensiva.
Levantamento de sobrancelha nível vinte.
Jardinagem.
Herbalismo.
Capacidade rápida em aprendizagem.
Idiomas – Élfico, Rune-Midgard, Arunafeltz, Schwartzald e oriental (Amatsu, Loyang, Kunlun).

Vantagens/Qualidades:
Beleza.
Aparentemente inofensiva.
Baixa estatura (auxilia em sua agilidade mediana)
Facilidade de aprendizagem
Amplos conhecimentos naturais
Capacidade de comunicar-se com seres espirituais
Sentidos aguçados, por ser uma elfa


Desvantagens/Defeitos:
Muito séria
Aparentemente inofensiva
Não tem resistência física ou força
Incapaz de ficar dentro de uma cidade por muito tempo
Dificilmente se afeiçoa a alguém



Técnicas
Não possui técnicas relevantes além das que lhe foram ensinadas como Espiritualista e as que nasceram consigo, herança de sua raça. Sua habilidade mais ousada é a que lhe rendera a expulsão e perseguição por parte dos elfos, chamada de Isyliarmën – a canção proibida. Basicamente, o usuário da magia pode apagar um pedaço da memória do alvo, tendo como custo sua mesma parcela de memória. Exemplo: Se Hellaf optar por apagar as últimas seis horas de memória de seu alvo, estas mesmas seis horas também serão apagadas de suas lembranças. Quanto maior forem as lembranças que Hellaf decidir apagar do inimigo, maiores são os danos causados à mente da própria, podendo acarretar até mesmo a sua insanidade.
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Re: Hellaf Elenlindäle

Mensagem por Arcturus em Qui Fev 17, 2011 5:26 pm

A ficha está bem construída, mesclou bastante LOTR com a mitologia atual do RO. Algumas informações que colocou não se encaixam, como o de elfos não terem força física no geral, não é algo, por falta de expressão melhor, correto. (Fora que não existem "Colônias de elfos", os poucos que restaram foram dispersos por todo o mundo).

É incoerente ter sido expulsa se a condenaram a pena de morte, deviam matar ao invés de expulsar, não?

Aconselharia a não datar a idade exata dela, porque a data da destruição de Geffenia ainda é incerta. Toma como base 50 anos depois, mas não se tendo certeza da data de término, tampouco se teria da idade dela.

Quanto a "Habilidade especial dela", não vejo nada em On que possa ser utilizado para fazer tal coisa, sendo um item fictício e se você só usar em fics e afins não será problema.


O atributo carisma está alto, mas você contradiz com uma personalidade seca e de difícil diálogo. O atributo "Inteligência" em On poderia ser alterado para "Arcano", assim mesmo que a arcano seja baixa, ela não seria "burra" (não confundiria os leitores e etc.).

Se eu achar mais aviso.
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