Hong Kong Wang

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Hong Kong Wang

Mensagem por Hong Wang em Qui Mar 10, 2011 1:40 am

Nome: Hong Wang (Raramente utiliza seu nome do meio, que é "Kong")

Classe: Templário

Profissão: Templário, membro da Igreja (Sobrevive com doações por serviços prestados).

Idade:
21 anos.

Altura: 175cm.

Peso: 65kg.

Raça:
Humana.

Tipo sanguíneo: O+.

Cor de pele: Amarela (Asiático) em seu tom natural, exposto de forma moderada ao sol.

Olhos: Castanhos escuros.

Cabelos: Castanhos em um corte channel curto (Batido na nuca) com franja mediocre (Ficando na altura dos olhos, usada levemente para o lado).

Cheiro: Semelhante a flor "Dama da Noite" (Do material de sua higiene básica diária).

Traços característicos:
Semblante muito calmo (Quase apático e sonolento) e sobrancelhas um pouco grossas.

Mão dominante:
Destro.

Local de Nascimento: Payon.

Hobby: Ouvir as histórias e canções dos viajantes Bardos que passam pela Prontera.

Comida predileta:
Batata Doce.

Bebida predileta: Leite, mas compartilha o gosto dos bebês selvagens por "Leite Doce".


Biografia


Hong é o quarto filho de uma família de cinco irmãos. Seus pais
faleceram por culpa de uma peste que atingiu Payon pelo estado de
decomposição de alguns corpos da caverna. Devido a esse ocorrido, o
irmão mais velho de Hong, Yao, saiu de Alberta (Onde estava estudando
para tornar-se um bom negociante - mercador - e converter-se em
ferreiro) e voltou para casa para cuidar de seus irmãos.

Na
época, Yao com 19, Kiku com 14, Im Soo com 12, Hong e Mei Mei (Gêmeos,
Hong é mais velho) com 10, a família ficou um tanto desestruturada.
Felizmente com as habilidades de negociante de Yao, ele e seus irmãos
conseguiram se reerguer após enfrentar tempos difíceis. Ao atingir
dezesseis anos, Kiku (Segundo irmão) foi orientado a ir para Alberta
onde receberia um certificado como mercador licenciado, porém em vez de
seguir as instruções, Kiku fugiu!

Kiku estava exausto da vida de
compras e vendas que a família precisava manter e viu-se como a única
opção fugir para o mais longe que suas pernas conseguiam alcançar.
Porém, inexperiente ao mundo, perdeu-se no meio da floresta e encontrou
um velho monastério, mais tarde tornou-se monge.

Im Soo (Terceiro
irmão) invejou ao saber que Kiku tornou-se monge e ao atingir seus
dezesseis anos, tentou seguir os passos dele. Porém encontrou um mestre
Taekendo no caminho, confuso e sem saber diferenciar, tornou-se um
deles. Só mais tarde ele viria a saber que um taekendo está longe de ser
um seguidor de Deus..

Quando chegou a vez de Hong e Mei Mei
decidirem qual carreira seguiriam, Yao - que já estava desiludido com
sua família e querendo evitar ter mais dois fugitivos - disse para eles
escolherem a profissão que mais os agradassem. Mei Mei disse que tinha a
ambição de tornar-se super aprendiz, enquanto Hong falou que iria para
Prontera e estudaria para ser noviço.

No caminho de Payon para
Prontera, sua comitiva foi atacada por monstros e uma equipe de
templários veio salvá-los. Nunca em toda a sua vida Hong ficou tão
surpreso e admirado quanto vendo aqueles templários lutando bravamente,
ficando na frente de simples pessoas com o objetivo nobre de protegê-las
e ainda escoltá-las até Prontera. Naquele dia ele encontrou mais do que
um grupo de cavaleiros de Deus, encontrou também a si mesmo e ao seu
objetivo.

Durante três anos e meio Hong estabilizou-se em
Prontera, fazendo o treinamento completo de espadachim em Izlude e
servido como ajudante nas dependências locais (Cuidando desde a limpeza
dos esgotos até servindo de guia para os recém chegados). Apesar da
confortável situação em que se encontrava, ele nunca desistiu de ser
como o grupo de templários que salvou-o no passado.

Destinado a
levar certas encomendas para a base do Exército da Chama Prateada, em
Izlude, Hong acidentalmente foi confundido com um dos conscritos e teve
seus pertences tirados de si - incluindo um chapéu de Bongun,
pertencente ao seu companheiro. Precisando reaver tais itens, acabou por
fazer todo o treinamento e tornou-se um soldado, mesmo que isso fosse
diretamente contra os seus objetivos.

Traindo a confiança de seu
líder - apesar de respeitar o mesmo -, Hong abandonou seu posto para
inscrever-se como um membro do exército divino. Foi um árduo caminho que
ele precisou enfrentar, lutando contra múmias e réquins em Morroc,
adentrando o lado mais obscuro da torre de Geffen - e fugindo dos
Pesadelos, com quem não conseguia lutar por não ter armas elementais. Ao
terminar de enfrentar todos os desafios, enfrentou a difícil prova de
templário - onde só passou por ter muita determinação e levar uma bala
de guaraná cedida por sua irmã gêmea - conseguindo por fim o prestígiado
título.

Com o título de templário, recebeu ordens de treinar e
ganhar mais força, além de obter mais fé. Apesar de não haver hesitação
alguma em seu coração e mente, continua lutando para seguir todos os
ensinamentos que teve durante sua prova e espera o momento certo para
retribuir a ajuda daqueles que teve durante sua jornada.

Certo
dia recebeu uma missão do padre Bhamp - com quem tem certa intimidade
depois de alguns incidentes, e por ele tê-lo ajudá-lo a praticar sua fé -
e foi dirigido para Torre de Al de Baran, onde teria de proteger e
ceder todos os tesouros encontrados para um homem - em troca receberia a
companhia dele para entrar na torre, pois o padre Bhamp fazia questão
de que fosse acompanhado.

Diante da torre, encontrou um jovem
arruaceiro inconsequente conhecido como "Japovisk" que havia acabado de
comprar um título de nome em uma família que tinha a nobreza retirada
pelo rei (...? Não foi dito que ele era extremamente esperto). Hong
andou com ele por horas na torre, conversando um pouco - e tendo
opiniões contrárias sobre as crenças religiosas - e se conhecendo de
modo superficial.

Em determinado ponto, ficaram encurralados por
Penomenas e o Grand Peco que Hong levava - alugado na cavalaria - se
desesperou. Japovisk pegou todos os tesouros já colhetados e usou a arte
de se ocultar, pronto para fugir daquele lugar, enquanto Hong ficou
diante do ataque, tentando acalmar o animal para sair dali. Quando
começou a ser atingido e queimado pelo veneno das Penomenas, Hong pediu
"Socorro" para quem quer que estivesse por perto, naquele momento
Japovisk largou tudo o que tinha adquirido, correndo na direção de Hong e
protegendo-o até perder a consciência. Com as penomenas mortas, Hong
colocou Japovisk sobre o Grand Peco e escondeu-se em uma área tranquila,
cuidando dos próprios ferimentos e dos ferimentos de Japovisk na medida
do possível.

Quando o arruaceiro acordou, uma pergunta lhe foi
feita: "Por que me ajudou?". Como resposta, ouviu um "Porque você pediu
ajuda". Desde então, ambos passam o tempo juntos e demonstram uma
afeição atípica um pelo outro.


Dados gerais:

Personalidade:

Hong é um dos famosos casos de "As aparências enganam", trás consigo um olhar sempre muito calmo e inexpressivo, porém é uma pessoa muito tímida e preocupada. É muito focado e honesto, sente-se extremamente desconfortável diante de injustiças, mas jamais as desafia quando trata-se de uma hierarquia. Trabalha bem em grupo, mas sua personalidade impede que lidere o mesmo.


Aparência:

É apático (Não demonstra muitas expressões faciais), e seu tom de voz não oscila (Não grita ou se exalta), portanto muitas vezes parece ser alguém em constante estado de sonolência. É asiático, sem grandes chamativos e de aspecto agradável. Também sempre mantém a postura adequada para um soldado e, apesar de não ter a aparência imponente, algo em seus gestos tende a impôr respeito quando necessário.


Vestimenta e equipamentos:
Depois de muito esforço e trabalho duro - e, principalmente, a ajuda de sua família -, Hong conseguiu fechar o tão sonhado set de equipamentos para um templário poderoso. Trás uma armadura Legionária - semelhante a usada pelo grande herói, Thanatos -, junto com grevas, ombreiras, elmo, bevor e escudo. Também já conquistou o direito de usar suas barbatanas do espadachim, que exibe com orgulho por tratar-se de uma fase de sua vida pela qual não deseja esquecer-se.


Possessões Valiosas:

Como foi criado o fim de sua infância e toda a sua adolescência por um
mercador, dá grande valor aos bens materiais (Seja dele ou dos outros).
Consequentemente, preza em demasiado os itens (Desde as vestes até as
armas) ganhas pelos outros ou fruto de seu trabalho, mas nada que traga
um forte valor sentimental para que o faça trocar um item por uma vida.
Nos últimos tempos, tornou-se guardião do "Sinal", cedido pela Valquíria
Sandra, e apesar de ter a posse dele para fazer o que desejar,
protegê-o com a sua vida por considerar o objeto de valor superior a ela
- pois crê que pode ser substituído, mas o item em questão é único.

Bichos de estimação:
Não há, entretanto possui dius protegidos, BonBon, - um Bongun resgatado das cavernas de Payon - e Nanak - uma Munak companheira de Bongun.

Peculiaridades:
Dificilmente é capaz de ignorar um bardo quando o mesmo apresenta-se em praça pública. Mesmo que esteja executando alguma função, necessita parar seu caminho para ouvir as histórias do mesmo.


Informações Pertinentes:

Atributos:

-----------------------------
Força: Mediana
Agilidade: Mediana
Vitalidade: Alta
Inteligência: Alta
Destreza: Mediana
Sorte: Mediana
-----------------------------
Carisma: Alta
Manipulação: Mediana
Aparência: Mediana
Percepção: Muito alta
Sabedoria: Alta
Raciocínio: Muito alta
-----------------------------

Perícias:
Templário com treinamento de espadachim completo e grandes conhecimentos sobre os ensinamentos divinos.
Contador informal (Sabe calcular bem ganhos e perdas).

Vantagens/Qualidades:
Navegador (Memoriza todos os locais que já foi, sendo excelente guia).
Resistência ao álcool (Demora mais para ficar bebado que uma pessoa normal).
Discreto (Quando é seu desejo, consegue entrar em locais sem ser notado).

Desvantagens/Defeitos:
Sensível a histórias tristes (Não chora, apenas fica abalado).
Leitor do tipo traça (Devora livros, só parando quando acaba de ler todas as páginas. Vale o mesmo quando escuta contos de bardos na rua).
Senso de humor difícil (Não é como se não entendesse as piadas, apenas não consegue entender o motivo de acharem-nas engraçadas
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