Ybis Mirrus

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Ybis Mirrus

Mensagem por Takashi em Qua Out 26, 2011 3:46 am



Adaptação: agradecimentos ao criador da arte original


Música tema: Friend like me (Aladdin)

Nome: “Ybis Mirrus” Heart
Classe: Trovador
Profissão: Fornecedor Privado de Matéria Prima
Idade: 25 anos
Altura: 1,77m
Peso: 75kg
Raça: Humano
Tipo Sanguíneo: B-
Cor de Pele: Branca, levemente bronzeada
Olhos: Verdes
Cabelos: Verde para combinar com os olhos, curtos e espetados
Mão dominante: Destro
Local de Nascimento: Payon
Hobby: Ouvir histórias fantásticas
Comida Predileta: Maçã
Bebida Predileta: Suco de maçã

Biografia

Desde criança tinha o sonho de se tornar um arqueiro, pois nasceu em Payon e viveu lá durante toda a sua infância onde viu muitos arqueiros atirarem suas primeiras flechas.
Aos 14 anos começou a praticar o caminho do arco e flecha como um arqueiro legítimo. Seu sonho agora era de se tornar um dos melhores atiradores de flecha e dedicou seu tempo treinando para virar um caçador.
Aos 20 anos deixou a segurança do lar, apesar de sempre ter retornado para dar notícias aos pais, para entrar em um grupo de caçadores a fim de aprender com esses suas melhores técnicas e finalmente se tornar um membro dessa classe. Contudo, não fazia idéia de que o grupo era um bando mal visto pela Guilda dos Mercenários, pois se consideravam como especialistas em exterminar mercenários. Não por acaso, o grupo foi surpreendido por uma emboscada da guilda dos assassinos e todos foram exterminados. O mercenário que liderou a missão permitiu que o jovem arqueiro continuasse com sua vida se jurasse que não viraria um caçador, pois ele acreditava que o garoto poderia se tornar um potencial problema devido a sua convivência com a ideologia do grupo de caçadores.
Sem saber o que fazer da vida, visto que seu sonho tinha acabado na sua frente, vagou por diversas cidades sem um rumo pré-definido. Acostumou a ouvir diversas histórias pelas diferentes tavernas que passava em cada cidade, o que serviam para lhe acalmar sua angústia e vazio na vida. Um dia, em uma das cidades pelo qual passava, foi abordado por diversas crianças que lhe pediam para que contasse suas aventuras. Contou diversas das histórias, boatos e lendas que ouviu durante suas viagens, e, sem que notasse, entreteve as crianças por horas. Uma mãe de uma das crianças comentou que ele seria um excelente bardo devido a essas histórias e sua capacidade de divertir as crianças e, assim, Ybis resolveu entender um pouco melhor o que significava ser um bardo.
Não tardou muito para que se tornasse um bardo de fato. Seu gosto por ouvir diferentes histórias de diferentes lugares e pessoas, aliado a sua disposição de contá-las aos diversos públicos fizeram com que a classe lhe parecesse perfeita. Continuou a viajar em busca de diferentes histórias e platéias por um bom tempo até que um dia tudo mudou...
Numa noite abafada de verão em uma ilha tropical, estava contando histórias fantásticas que ouvira por suas viagens a uma platéia de crianças, nada fora do comum. Com o avançar da hora, uma típica tempestade de verão começou, mas ninguém reparou devido a atenção nos contos de bardo, até que, de repente, as luzes se extinguiram e a história cessou com os murmúrios da platéia. Aguardou o público se acalmar, mas com o clarão do relâmpago que surgiu na noite escura, viu que não era mais a platéia de crianças que estava ali. Rápido como um sonho, intenso como um pesadelo e real como a certeza da morte, empunhou o próprio arco que estava próximo e disparou uma chuva de flecha contra a horda de Zumbis e Carniçais que se revelou por alguns instantes com a luz do relâmpago. Ouviu grunhidos abissais e corpos tombando no chão. Com o segundo relâmpago visualizou os corpos pútridos no solo e lentamente começou a se acalmar. Se sentiu aliviado por ter sobrevivido a essa estranheza, mas estava triste pelas crianças que foram transformadas tão surpreendentemente e tiveram esse fim. Com o terceiro relâmpago, olhou novamente aos corpos por pena, mas ao invés disso sentiu um medo petrificante. Esperou pelo próximo relâmpago. O medo virou pânico. Não acreditava no que via, o pensamento era insuportável. Mais um clarão surgiu e o pânico virou desespero. O sofrimento derrubou a consciência e, na manhã seguinte, 10 crianças aparentemente saudáveis foram encontradas mortas a flechadas juntamente com um bardo que estava somente desmaiado...
Quando voltou a si foi bombardeado de perguntas. Quantos eram? Como fizeram? Quem fez? Não entendia por que ninguém o acusava de nada, visto que ele tinha um arco e suas flechas eram as mesmas que estavam nos corpos das crianças. Quando resolveu perguntar, uma pessoa como se tivesse lido sua mente respondeu de prontidão que seja lá quem tiver feito isso, provavelmente não estaria caído desmaiado na cena do crime. Outros comentaram que seja quem fez isso foi esperto o bastante para tentar incriminar o bardo usando as suas flechas. Realmente, parou para pensar, ele não faria isso. Pensou com todas as forças que não podia ser ele... Não podia ser... Não podia. Não podia!


Dados Gerais

Personalidade:
Animado e desinibido, não tem vergonha de sair tocando músicas e contando piadas aleatórias por onde vai, apesar de não ser um bom piadista. Gosta de jogos, cartas principalmente, mas acima de tudo, adora ouvir uma boa história.
É mais atirado do que cauteloso, o que as vezes deixa os outros membros do grupo um pouco sem graça em situações que acha que não necessita de tanto sigilo (mesmo que o grupo ache o contrário). A sua desinibição e seu estilo “para frente” transmite uma sensação de ser uma pessoa autoconfiante.
Não gosta muito de entrar pessoalmente em lutas, preferindo auxiliar em combates através de músicas e com alguns poucos ataques a distância. Entretanto, se enganam aqueles que o acham fraco, pois conhece boa parte das habilidades ofensivas dos bardos, menestréis e trovadores.
Devido ao incidente com as crianças, apresenta certos distúrbios psicológicos distintos. Com a negação constante das pessoas sobre ele ser o culpado, mais a negação do seu próprio subconsciente para proteger a sua sanidade da insuportável sensação de culpa, passou a acreditar que realmente não foi ele que causou tudo isso. Contudo, sempre que escuta algo relacionado a crianças, sente um verdadeiro senso de dever de proteção em relação a elas, possivelmente provocado pelo senso de culpa oculto no subconsciente. Esse senso de dever é tão extremo que pensa coisas completamente desproporcionais em prol do bem estar das crianças, mesmo que sejam pensamentos completamente diferentes do seu perfil normal.

Aparência:
É um rapaz de estatura e porte mediano para os padrões. O rosto é liso por natureza, não tendo que se preocupar muito com “fazer a barba”. Mantém os cabelos verdes curtos, espetados e penteados levemente para trás. Apresenta um queixo relativamente grosso, o que realça suas expressões faciais, como um sorriso ou “dentes cerrados”.

Vestimenta e Equipamentos:
Usa a roupa típica dos trovadores, inclusive o chapéu, todos de cores vermelhas como padrão. Costuma andar sempre com uma réplica do arco Mentiroso Maldito e uma aljava de flechas para proteção pessoal em casos urgentes, mas geralmente usa somente um instrumento musical escolhido conforme a ocasião, na maioria das vezes um Alaúde Oriental, conjuntamente com um Escudo Redondo.

Possessões Valiosas:
Adora seus instrumentos musicais, mas não por achar eles valiosos, mas sim por ter um incrível trabalho de afiná-los até o ponto de se considerar satisfeito com as notas que eles produzem. Carrega um arco que parece uma réplica de um amaldiçoado segundo lendas, mas nunca acreditou em nada do tipo e acha ele útil, tendo-o consigo desde que era um arqueiro. A partir do momento que virou um trovador passou a usar com orgulho o chapéu distintivo da classe.

Peculiaridades:
Gosta de dormir e fica com sono rapidamente quando está entediado. Adora fazer fundo musical para situações específicas: Crepúsculo Sangrento para situações tristes, Poema de Bragi para situações emocionantes e Maçãs de Idun para momentos calmos. Ou simplesmente toca para quebrar o silêncio. Quando acha que não precisa mais lutar ou agir ofensivamente em um combate, começa a fazer coisas “aparentemente” úteis só para demonstrar atividade, como usar a cura de uma Presilha com Vitata.

Dados Técnicos

Atributos
----------------------------
Força: Muito Baixa
Agilidade: Muito Alta
Vitalidade: Muito Baixa
Inteligência: Média
Destreza: Muito Alta
Sorte: Muito Baixa
----------------------------
Aparência: Média
Carisma: Alta
Manipulação: Média
Percepção: Alta
Sabedoria: Média
Raciocínio: Média

Perícias
Hipnose
Jogos
Manuseio de arcos
Manuseio de instrumentos musicais
Prestidigitação

Qualidades:
Desinibido
Habilidoso (habilidades manuais bem acima da média)
Simpático

Defeitos:
Barulhento
Baixa força física
Traumatizado


Última edição por Takashi em Ter Nov 15, 2011 4:33 am, editado 1 vez(es) (Razão : Imagem e música)
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Re: Ybis Mirrus

Mensagem por Namae em Qui Out 27, 2011 7:24 pm

Bardo traumatizado com prestidigitação. o_O
(Vai dizer que ele é, na verdade, parte de algum grupo de cientistas da Rekenber? porque em Rune-Midgard essa habilidade é complicada de ter -q)

Bom, ficou legal a ficha! O trauma foi bem bolado, então não posso reclamar. A junção da história, da personalidade e dos problemas fazem que pareça um personagem bem legal pra RP *inveja*

As peculiaridades também ficaram bem-feitas.
[...]Começa a fazer coisas "aparentemente" úteis[...]
Parece bem o tipo de Trovador que as pessoas gostam de xingar. XD Sem contar a falta de cautela dele...

É, não tem muito o que chicotear aqui. *chatice* Só explica essa prestidigitação aí. Ou vai explicar em algum RP sombrio-ficção-científica-maligna-da-vida?
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Re: Ybis Mirrus

Mensagem por Takashi em Qui Out 27, 2011 11:16 pm

@Namae

Obrigado pelo comentário e pelo elogio!

Sobre a prestidigitação segue a definição do dicionário Hoaiss que apresenta o sentido que eu imaginei da palavra: "técnica de iludir o espectador com truques que dependem esp. da rapidez e agilidade das mãos; ilusionismo, mágica".
Como Ybis apresenta uma elevada destreza e habilidades manuais acima da média, coloquei que ele é capaz de fazer esses truques/mágicas (que são meio de circo).
Acho que o sentido de prestidigitação que você achou deve ter sido outro. Qual foi, por curiosidade?
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Re: Ybis Mirrus

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