Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Roen em Qua Fev 01, 2012 8:59 pm

Bem. Começemos do principio (fiquei sem tempo para postar estes dias >_>)

Meu personagem vai ser Jão, o mendingo.

Jão nunca foi alguem que tivera posses. Filho de uma familia pobre que morava em Izlude, vendia doces que sua mãe fazia para tentar sustentar a familia. Sempre teve a vontade de se tornar um espadachim vendo os que passavam pela a cidade.
Um dia decidiu seguir seu caminho mas mesmo assim não teve muito sucesso, com dificuldades para se sustentar a sua familia nunca chegou a sequer conseguir sua primeira espada.
No primeiro mes como espadachim, recebeu uma flechada no joelho de um gargula e nunca mais conseguiu lutar.
Tentou a sorte como mercador durante alguns anos, fazendo emprestimos com agiotas, mas nunca conseguiu levar seu negocio em frente.
Acabou perdendo tudo o que lhe restava para pagar os credores e desde então vive em Prontera mendigando atrás da sobrevivencia tendo apenas um magro filhote de lobo do deserto, que domesticou durante o tempo que foi espadachim, como companhia.
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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por zleeper em Qui Fev 02, 2012 2:55 pm

Minha personagem é Frei Henry, um frade vendedor de doces~

Henry é nascido de uma família simplória de Prontera, filho de uma alfaiate e de um ajudante de carpinteiro. Muito religiosos, foi bastante incentivado por ambos a seguir o clericato, mas teve de deixar os estudos cedo para auxiliar o pai em seus serviços, tanto para aprender o ofício quanto pela saúde um pouco debilitada deste.

Cresceu desempenhando várias funções pela cidade e logo a figura dele com seu pai ficou familiar aos moradores da capital. Com o tempo assumiu o papel de seu finado pai e passou a sustentar sozinho sua mãe.

Anos se passaram, Henry, agora um homem avançado na meia-idade, viu finalmente a oportunidade de retomar os estudos clericais com o convite de um sacerdote conhecido da Catedral. Não tendo mais os pais para cuidar e não tendo formado família, passou a dedicar-se aos estudos e a alfabetização, conseguindo com esforço consagrar-se noviço.

Devido a idade e a falta de vigor da juventude, Henry deixou o ofício herdado de carpinteiro, fez votos de celibato e de humildade, e passou a residir na Catedral, subsistindo por meio de caridade e de doações. Devotou-se às figuras simples da população do reino, dando assistência principalmente a alfabetização e a disseminação dos dizeres religiosos. Assim tornou-se frade.

Mais recentemente, com um crescente número de clérigos alcançando altas posições hierárquicas, nem sempre destinadas a administração da instituição em si, Frei Henry começou a preocupar-se em buscar uma forma de desempenhar um papel que gerasse alguma renda para a Catedral. A idade o impossibilitava de retomar seu antigo ofício e seus conhecimentos didáticos não eram específicos o bastante para algo oficial. A reposta veio de maneira casual de um colega auxiliar da cozinha. Por sua característica gulodice, Henry acabou por fazer amizade com os cozinheiros e soube, certa vez, que um deles estava pensando em preparar doces para vender e logo se propôs a ajudá-lo.

Assim, ambos leigos confeiteiros, Frei Henry e Frei Charles iniciaram a preparar doces simples caseiros e a vendê-los numa barraquinha de rodinhas no centro comercial de Prontera. Revezando-se nos cuidados da vendinha, levam a pequena barraquinha de manhã e retornam por volta do anoitecer. Por ser uma figura conhecida na cidade, tanto pela lembrança do menino e rapaz trabalhador com seu pai quanto pelo senhor dedicado às obras de caridade, Henry não enfrenta dificuldades e vende os doces geralmente para clientes já costumeiros e para simpatizantes da igreja.

Frei Henry não possui pretensão de tornar-se sacerdote, divide seu tempo entre a barraquinha e seus serviços internos na Catedral. O bom êxito da vendinha já fez os dois frades virarem imagem típica na movimentada cidade de Prontera.

------------------------------

Prontinho, cá está meu senhorzinho fofinho dos doces~
Queria uma historinha simples e que o levasse a montar um mini-negócio por casualidade. No final escrevi mais do que esperava também, que coisa!

@Sam
Spoiler:
Nha, me gusta a lot da base do personagem!~ É tão tremendamente real um jovem um tanto mimado deixar passar uma oportunidade na vida por besteira!

Hmm, eu esqueci o que ia dizer exatamente, se eu lembrar edito, tá?~

Só achei um pouquinho estranho ele meio que beber pra esquecer o passado preguiçoso... se ele ia a festas e tal, beber só não iria lembrá-lo disso? Sem falar que ele teve tinha se entregue ao alcoolismo também. O que me deu a impressão é que ele virou um workaholic, praticamente, para compensar o fato de ter perdido a oportunidade por bobeira, já seria uma forma de "beber pra esquecer", se bem que seria mais "trabalhar hardcoremente pra esquecer" :3. Ficou um tom meio exagerado pra mim ele também beber pra esquecer mas acho que é só impressão~

Nice guardinha-que-esqueci-o-nome! \o/

@Guto
Spoiler:
Faça logo a história da minha cigana macumbeira cartomante! s2


Última edição por zleeper em Ter Jul 10, 2012 12:34 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Samuel em Sab Fev 11, 2012 2:04 pm

Opa, agora que ví, Lili /ham
Hmmmm... Agora que você falou, assim fica melhor :P Foi uma detalhezinho que me passou, deixemos desse jeito que você falou que fica melhor.

E.... Já que todo mundo morreu, que tal irmos pra próxima parte logo? '-' Acredito que já tivemos tempo o bastante pra todo mundo começar, e agora vemos quem fez/lembrou de fazer -a
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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Thelastris em Ter Fev 14, 2012 2:35 pm

Oi gordinhos, eu estava viajando essa última semana, mas pode deixar que logo vou cuidar do Guia, da Workshop e do Condor o/ Mesmo bat-canal

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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Kevin Haziel em Seg Mar 19, 2012 12:34 pm

Certo...

Dona Risadinha, Dona Risadinha de Izlude.

As "Dona Risadinha" são na verdade robôs do governo, com a missão de distribuir máscaras aos aprendizes e jovens menos afortunados. Essas máscaras contém microchips internos que interferem nas ondas cerebrais dos usuários, tornando-os verdadeiras massas de manobra. Esses robôs fazem parte do programa do governo conhecido como H.A.P.P.Y "High Application to Put Paranoia on Youth".

As "Dona Risadinha" não tem personalidade. São robôs programados, e recebem manutenção anualmente.

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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Skulle Yanmtahak Mor em Seg Mar 19, 2012 1:06 pm

Kevin Haziel escreveu:Certo...

Dona Risadinha, Dona Risadinha de Izlude.

As "Dona Risadinha" são na verdade robôs do governo, com a missão de distribuir máscaras aos aprendizes e jovens menos afortunados. Essas máscaras contém microchips internos que interferem nas ondas cerebrais dos usuários, tornando-os verdadeiras massas de manobra. Esses robôs fazem parte do programa do governo conhecido como H.A.P.P.Y "High Application to Put Paranoia on Youth".

As "Dona Risadinha" não tem personalidade. São robôs programados, e recebem manutenção anualmente.

- Kevin.

Se fosse esse o caso, então o Justiça é uma arma do governo?xD
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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

Mensagem por Justiça em Ter Mar 20, 2012 3:03 pm

Calma gente, não é nada disso que estão pensando, o Justiça utiliza a mascara feliz porque uma pessoa lhe deu de presente, provavelmente o chip deve ter ficado com o dono original, é isso...




Spoiler:


*pega o telefone e liga*

Alo. Eles já sabem...

*a mascara feliz vai se ocultando de forma sombria na escuridão do aposento ao qual ligou, até que só existam trevas*

Eu posso participar tbm na criação destes npcs?
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Re: Workshop - NPCs comuns (Parte 1 - História)

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